" (..)
- Volte para a cama, meu bem. Vou procurar alguma coisa - eu disse. Remexi uns vidros e caixinhas na caixa de remédios. Caiu um monte deles na pia.
- Onde está a aspirina? - perguntei. Sacudi mais um pouco e caíram outros. Não me importei. As coisas não paravam de cair."
CARVER, Raymond. "Vitaminas". In: Short cuts. Rio de Janeiro: Rocco, 1994. p.50.
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O fragmento em si não vale nada, mas, deus meu, diante da história completa e do resto dos contos, este final-síntese é arrebatador. Há tempos não me deparava com algo que me fizesse repetir, surdamente, ao final, um "caralho, isto é grande, isto é lindo - é genial".
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